Novo associado destaca a importância do trabalho consultivo

Com mais de 40 anos de atuação em seguros, o corretor Oscar Rodrigues aposta no atendimento completo ao cliente como diferencial no mercado.

Oscar Joaquim Rodrigues Filho iniciou na área de seguros em meados da década de 70, na São Paulo Seguros. Em seguida, trabalhou na corretora de seguros Lisbona & Carasso e, posteriormente, na Cia. Internacional de Seguros até 1985. Dois anos depois, optou pela corretagem de seguros e fundou a sua empresa, a Racso (Oscar ao contrário).

Hoje, a corretora está estabelecida no Tatuapé, na zona Leste, conta com sete mesas de atendimento e, segundo Oscar, se destaca pelo atendimento diferenciado ao cliente. “Fugimos do lugar comum no mercado ao procurar atender ao cliente de acordo com as suas necessidades”, diz.

Ele explica que o trabalho começa com uma consultoria, que estuda todos os riscos do cliente e propõe a melhor condição de seguros. “Para uma imobiliária, por exemplo, oferecemos, além do seguro fiança, no qual somos especialistas, produtos para cobrir todos os riscos, de vida a patrimonial”, diz.

A sucessão, uma das questões que preocupa muitos corretores, para Oscar está resolvida. Ele e o filho, que hoje atua na área comercial da corretora, foram um dos primeiros a frequentar o curso de sucessores oferecido pela Porto Seguro, parceira da Racso. “Deu certo, meu filho será meu sucessor”, diz, acrescentando que, por enquanto, o processo de sucessão está em andamento.

A chegada ao Clube

Evaldir Barboza de Paula, Marcos Abarca, Oscar Rodrigues e Ivone Elise Gonoretske

No primeiro almoço de 2020, Oscar fez a sua estreia como novo associado do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP). Apresentado no evento pelo mentor Evaldir Barboza de Paula, ao lado dos padrinhos Ivone Elise Gonoretske e Marcos Abarca, Oscar falou da sua expectativa. “Contribuir de alguma forma para melhorar a nossa atividade”.

Oscar observa que a corretagem de seguros tem atravessado instabilidades, mas para este ano as perspectivas são melhores. Ele acredita que as chances de crescimento são muito boas para a categoria, a partir de mudanças e inovações. No entanto, considera que cada um deve fazer a sua parte. “Não devemos depender de política, mas de nós mesmos. Somos nós que fazemos as coisas acontecerem”, diz.

 

Leia também: José Carlos Nascimento de Souza retorna ao quadro associativo do CCS-SP

Fonte: CCS-SP | Texto: Márcia Alves

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